Arte no desenvolvimento infantil: qual a importância e como estimular?

arte no desenvolvimento infantil|arte no desenvolvimento infantil
Crianças pintam xícara de barro

O mundo em um baile de cores e rimas, e crianças mais imaginativas e inteligentes! A arte no desenvolvimento infantil não se resume a uma disciplina da escola. Por meio de desenhos, pinturas, música, dança, teatro, histórias e leitura divertida, a criançada adquire um monte de habilidades úteis por toda a vida.

Sabe o principal motivo de incentivar isso já nos primeiros anos de idade? É que, na infância, o cérebro está mais receptivo. Assim, essas atividades estimulam áreas cognitivas especiais, fazendo aumentar a quantidade de conexões neurais. Isso faz com que a importância da arte e da leitura divertida no desenvolvimento infantil seja imensa.

Quer entender melhor os benefícios de tudo isso e aprender a estimular a criançada? Então, continue por aqui que vamos explicar tudo neste artigo!

Qual é a importância da arte no desenvolvimento infantil?

Anote aí a primeira dica: ao estimular a arte no desenvolvimento infantil, esqueça regras, métodos e obrigações! Permita à criança apenas a manifestação livre e natural de suas expressões, combinado? Agora, veja os grandes benefícios de trabalhar a arte com a garotada!

Desenvolve habilidades corporais e sociais

A arte favorece a coordenação motora, o equilíbrio e a noção de espaço e profundidade. Na pintura, os traços — com as pontas dos dedos ou a mão — exercitam o movimento de pinça e propiciam mais conhecimento do próprio corpo.

Já a dança traz mais autodomínio da expressão corporal, além de favorecer o ritmo e a autoconfiança. Histórias, por sua vez, levam a criança a vivenciar experiências diferentes das suas, trabalhando, assim, a empatia.

Enfim, a arte é uma forma de comunicação e contribui para o desenvolvimento da maturidade psicológica. Todas essas habilidades são importantes, sobretudo, para o convívio social.

Auxilia no aprendizado de outras disciplinas

Tocar um instrumento musical ou fazer um desenho, por exemplo, são atividades que requerem muita atenção. Elas treinam a capacidade de foco, e isso diminui as chances de os pequenos desenvolverem transtornos de concentração ou dificuldade de aprendizagem.

Letras de música e poesias infantis enriquecem o vocabulário, estimulam a sensibilidade e exercitam a memória. Estrofes com rimas simples são atrativas e instigam a criançada a memorizar e a repetir seus versos.

Uma bela narrativa, também, não sai perdendo. A história, com toda sua leveza, ensina valores e transforma as crianças em pessoas melhores.

Ajuda a expressar emoções

Atividades prazerosas da arte ativam, no cérebro, os mesmos mecanismos da meditação. Elas diminuem o cortisol, hormônio do estresse e da ansiedade.

Também aumentam a endorfina, uma espécie de opioide natural, que diminui dores (físicas e emocionais) e traz sensação de bem-estar. Outro neurotransmissor envolvido é a ocitocina, responsável pela formação de laços humanos e de empatia.

Desenhar, pintar, escrever, dançar e dramatizar são igualmente tidas como práticas terapêuticas, facilitando a expressão de emoções e aliviando tensões. Ou seja, fazer arte é uma forma de relaxar e de trabalhar sentimentos.

Aprimora talentos

Os grandes psicólogos dizem que existem vários tipos de inteligência. Algumas delas (como a musical, a corporal e a criativa) estão totalmente relacionadas à arte.

Apresentar aos pequenos o mundo artístico faz com que tenham mais probabilidade de desenvolver gosto por atividades inteligentes e até, quem sabe, descobrir um talento escondido! Só por curiosidade: muitos dos artistas aclamados pelo público já demonstravam indícios de alguma aptidão na infância.

Estimula a criatividade

A arte no desenvolvimento infantil é superindicada para desenvolver a criatividade. E não existe melhor época do que a infância para estimulá-la.

Despertar desde cedo o pensamento imaginativo faz com que as crianças se transformem em adultos com facilidade para resolver problemas e criar projetos. A arte, então, não apenas inspira os pequenos. Ela evoca sentimentos e os faz enxergar o mundo “fora da caixa”.

Como proporcionar a arte no desenvolvimento infantil?

As fases da criança podem influenciar suas preferências artísticas. Assim, a ideia é proporcionar várias atividades diferentes e divertidas, para que possam escolhê-las, conforme seus interesses. Confira, aqui, algumas dicas!

Lápis e tinta à mão

À mão, no papel, na lousa, na parede e onde mais for permitido! Desenhar e pintar são ótimas formas de colocar um pouco mais de arte na vida. Assim, a dica é ter vários estojos de lápis de cor, giz de cera e tinta.

Procurar por linhas atóxicas é o ideal, principalmente se as crianças forem muito novas. E que tal deixar rolando uma música clássica enquanto todos fazem uma pintura? Isso acalma e estimula os sentidos.

Massinha e slime não saem de moda

Nem sempre é fácil separar crianças e tecnologia! Mas é legal que elas, também, ocupem o tempo com outras atividades.

Massinha e slime divertem e, ao mesmo tempo, promovem aprendizagem. Enquanto a criançada amassa e cria formas, vai trabalhando a coordenação motora e a imaginação. Em poucos minutos, dá para sair cobrinhas, relógios, florzinhas e muito mais.

Narrativas e versos encantam

“Esta menina, tão pequenina, quer ser bailarina…”. Rimas e poesias infantis inspiram e fazem os pequenos pegarem gosto pela arte da escrita. A nossa sorte é que, aqui no Brasil, há um mundo de autores dedicados a trabalhar com versos para crianças.

Cecília Meireles, Vinicius de Moraes, Olavo Bilac e Ruth Rocha são bons exemplos. Histórias, da mesma forma, não saem perdendo! Por isso, não deixe ter bons livros infantis ou, mesmo, apostar em alguns filmes para a criançada.

Um pouco de drama não faz mal a ninguém

Os pequenos adoram se imaginar dentro de outros papéis. Em questão de segundos, tudo ao redor se transforma, e eles viram fadas, princesas, super-heróis e vilões. Dramatizar é uma arte, e isso incentiva a expressão das emoções, explora a criatividade e imprime mais autoconfiança.

Sabendo disso, que tal encenar pequenas peças de teatro com os pequenos? Fantasias, bonecas, carrinhos e brinquedos diversos são bem-vindos e deixam tudo mais divertido!

Como a literatura na infância apoia a arte?

Assim como a dança, a música, os trabalhos manuais e diversas outras expressões artísticas ajudam no desenvolvimento infantil, a leitura tem papel fundamental nesse contexto. Afinal de contas, livro também é arte.

Além do mais, por meio da leitura, é possível trabalhar a aprendizagem de forma lúdica. A seguir, vamos explicar direitinho de que forma a leitura entra para apoiar a arte na infância.

Livros sobre arte para o público infantil

Mozart, Bach, Beethoven, Van Gogh e Monet são alguns ícones da história da arte mundial. O problema é que inserir as crianças nesse universo não é uma tarefa fácil — e vamos combinar que não é simples nem para nós que somos adultos, não é mesmo?

Pois bem, os livros infantis temáticos são a solução para a molecada conhecer a biografia de artistas famosos. Um exemplo disso é o livro que conta sobre a infância de Tarsila do Amaral. Ao conhecer a trajetória de uma das pintoras mais importantes do Brasil, algumas crianças podem se identificar com a história e sonhar com a carreira de artista. Já pensou nisso?

Dramatizações e contação de histórias

Já falamos ali em cima que as encenações teatrais são legais para o desenvolvimento da arte na infância, lembra? Com a leitura, esse aprendizado é ainda mais potencializado. 

Isso porque, ao fazer a criança recriar o drama de um livro em uma dramatização ou contar a história, é possível intensificar o processo de interpretação de textos e estimular o pensamento crítico.

Leitura divertida

Crianças aprendem por meio da diversão. Então, não basta ler uma historinha para a criança na hora de dormir ou pedi-la para ler um livro. Para o desenvolvimento da arte acontecer de verdade, é fundamental incluir doses generosas de brincadeiras na hora da leitura.

A leitura divertida nada mais é que uma forma de incentivar o hábito de leitura na vida das crianças. E dá para fazer isso com várias dinâmicas. Continue por aqui, porque, daqui a pouco, vamos dar algumas dicas para envolver a molecada, combinado?

menina brincando com massinha em cima da mesa representando a importância da arte no desenvolvimento infantil

Qual é a importância da leitura no contexto do desenvolvimento infantil?

Crianças mais criativas, curiosas, empáticas, concentradas, com vocabulário rico e que expressam suas opiniões de forma bem clara para deixar qualquer adulto de boca aberta. Essas são algumas habilidades que a turmada pode adquirir ao desenvolver o hábito de leitura.

Ler ainda contribui para a diminuição de um índice triste no Brasil: o analfabetismo funcional. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 29% da população com mais de 15 anos sabe ler e escrever, mas não consegue interpretar muito bem os textos. Esse é um problema sério que afeta a vida das pessoas de diversas formas.

Quem tem problemas com a interpretação de textos, por exemplo, não consegue fazer contas. Apesar de parecer que português e matemática não têm relação, você vai ver que uma disciplina depende da outra.

Se a criança não entende o enunciado de uma questão de matemática, não conseguirá dar uma resposta correta. O pior é que, quando o pequeno atingir a idade adulta, continuará com dificuldades — na faculdade, nos relacionamentos sociais, no mercado de trabalho e por aí vai.

É por isso que introduzir a literatura na infância e incentivar as crianças a lerem desde pequenininhas é tão importante. A seguir, vamos explicar melhor como a leitura contribui para o desenvolvimento infantil. 

A criança se comunica e não se estrumbica

O hábito de leitura contribui para o enriquecimento do vocabulário da meninada, o que é legal para aprimorar a habilidade de comunicação e de compreensão do mundo, bem como desenvolvimento do senso crítico.

Daí, a criança conseguirá dizer com clareza o que quer, o que está sentindo, expressar suas opiniões e até argumentar de forma bem convincente quando não concorda com alguma coisa.

Essa habilidade é fundamental para o desenvolvimento intelectual da criança. Ela colherá os frutos disso nas relações sociais e lá na frente, quando entrar para o mercado de trabalho.

As portas do mundo se abrem

Você já ouviu aquela frase: quem lê viaja? É bem por aí mesmo. Ao abrir as páginas de um livro, a gente mergulha em um novo mundo. Assim, dá para conhecer outras culturas e hábitos da sociedade sem nem sequer sair do quarto. É uma forma de contar a nossa história e propagar a cultura.

A molecada aprende a lidar com diversas situações

Uma coisa é inevitável: a garotada associa as histórias que leem e escutam com as suas próprias vidas. Daí, aprendem a lidar com diversas situações com base nas experiências impressas nas páginas dos livros. Assim, a leitura é um excelente exercício para a memória e promove autoconhecimento.

Além disso, é possível aproveitar a oportunidade para introduzir temas delicados na vida da criança como gentileza infantil e respeito ao próximo. Se a molecada ouve a história de um garoto Asperger, por exemplo, saberá lidar com o colega de maneira mais empática quando conviver com um.

Como apresentar a leitura divertida aos pequenos?

A primeira coisa que você precisa saber é: as crianças não vão desenvolver o hábito da leitura sozinhas. É necessário incentivar e mostrar que ler é legal.

É aí que entra a leitura divertida mencionada, que inclui brincadeiras nesse momento. Assim, fica mais fácil despertar o gosto pela arte e levar o hábito para a vida adulta. A seguir, vamos dar um monte de dicas para introduzir a leitura na vida da molecada. Olha só!

Comece já nos primeiros anos de vida da criança

O processo de desenvolvimento da linguagem dos pequenos começa ainda na gestação e vai até os três anos de idade. Quando não existem incentivos adequados no ambiente para estabelecer a comunicação, a criança pode ter um atraso na fala.

Afinal de contas, os bebês aprendem a falar a partir do que ouvem. Introduzir a leitura, portanto, auxilia no desenvolvimento da comunicação, enriquece o vocabulário e estimula o imaginário da garotada. Sendo assim, é fundamental incentivar o gosto pela literatura e arte desde os primeiros anos da criança. 

No primeiro ano de vida, é legal criar uma rotina de leitura diária e contar várias histórias ao bebê. E olha: essa também é uma oportunidade para estreitar laços afetivos com os pequenos, viu? Como os bebês costumam levar o objeto à boca, o ideal é investir em livros de pano.

A partir dos dois anos de vida, vale a pena introduzir livros interativos com texturas e fantoches, que podem ser usados como brinquedos mesmo. Mesmo assim, é importante ler a história aos pequenos com entonação da voz e expressões faciais para facilitar a assimilação.

Já após os três anos, as crianças começam a entender melhor os enredos. Então, uma dica é apostar nos livros-imagem. Eles não apresentam textos, e a criança interpreta a história de acordo com a sequência de ilustrações.

O que é importante ressaltar aqui é que todas essas atividades exigem mediação. Ou seja, é necessário a presença de um adulto ou uma criança mais velha para interagir com os pequenos. Juntos, vocês podem criar aventuras fantásticas!

Deixe o cantinho da leitura bem divertido

O cantinho da leitura jamais pode ser usado para castigo ou algo ruim. O ideal é criar um ambiente bem lúdico e divertido para as crianças aproveitarem os momentos que passam com os livros — que, por sinal, são excelentes companheiros.

Então, que tal montar uma cabana cheia de luzes de Natal, almofadas, brinquedos e livros no canto da sala? Criar uma estrutura aconchegante é importante para atrair os pequenos para embarcarem nas viagens.

Tire a história do papel e dê vida aos personagens

A imaginação das crianças não tem limites. O piso da sala vira lava, e eles pulam de um sofá para outros para fugir do material escaldante. Sendo assim, trazer a história para a “realidade” é um excelente exercício para estimular a criatividade dos pequenos e deixar a imaginação tomar conta do ambiente.

Primeiramente, é legal ler o livro e discutir o enredo com a criança. Esse passo é fundamental para ter certeza de que o pequeno entendeu bem a história. Em seguida, é hora de distribuir os personagens. Pai, mãe, tio, tia, irmãos, primos, vovôs e vovós podem entrar na brincadeira. Vale até usar fantasias e criar um cenário improvisado para deixar tudo ainda mais envolvente.

Outra dica legal é usar efeitos sonoros com plásticos, papel alumínio, panelas e talheres para recriar situações. Bater dois cocos em uma superfície de madeira, por exemplo, tem o som de um cavalo cavalgando. Várias pessoas estalando os dedos parece com o som da chuva caindo do chão. As crianças vão adorar a sonoplastia da dramatização — e os adultos também!

Coloque a história no papel de novo com desenhos

Depois de ler um livro superdivertido, peça para as crianças desenharem os personagens ou até criarem um quadrinho com base no que acabaram de ler. Esse momento é interessante para a meninada exercitar a interpretação de textos e estimular a criatividade com desenhos coloridos.

Lembre-se de discutir sobre as ilustrações após a conclusão. As crianças têm uma veia artística muito forte e contam histórias surpreendentes com apenas um traço. Então, é legal falar sobre o que está no papel para entender o ponto de vista da criança a respeito da história.

Além disso, é interessante avisar à criança que ela precisará fazer um desenho antes mesmo de começar a leitura. Isso fará com que prestem mais atenção na história e atentem aos detalhes para criar a imagem dos personagens.

Promova debates sobre a história

Após a leitura divertida, proponha um momento de reflexão e peça à criança recontar a história. Esse debate é essencial para avaliar se os pequenos entenderam tudo direitinho, sabe?

Se o livro fala sobre respeito e de que forma conviver com as diferenças, por exemplo, a conversa vai reforçar esse valor para que a garotada consiga aplicar a lição no dia a dia.

Mas nada de reprimir ou ridicularizar as opiniões da criança, viu? Durante o bate-papo, é importante ouvir o que ela tem a dizer com muita atenção e conversar abertamente sobre a moral da história.

Invista em dinâmicas divertidas

Para as crianças, a leitura e a diversão precisam andar de mãos dadas. É por isso que é importante investir em brincadeiras que tem a leitura como temática principal.

Por exemplo: você pode posicionar a garotada em um círculo e colocar um livro para rodar de mão em mão. Cada criança lê um trecho e, ao final da história, você pode propor um debate para reforçar o aprendizado. O único problema dessa dinâmica é que precisamos de, pelo menos, duas crianças para a brincadeira fluir.

Outra dinâmica legal é pedir para que as crianças adivinhem o que vai acontecer no livro só pela capa. Elas adoram desafios e exercícios de imaginação. Se a história for diferente do que idealizaram, é melhor ainda por causa da surpresa. 

Agora, depois de ler tudo, é interessante propor outro exercício: mudar o final da história. A atividade é excelente para a criatividade e instiga a meninada a pensar em outras soluções para os problemas.

Faça um sarau para recitar poesias

Além de incentivar a leitura, é legal trabalhar também a escrita da garotada. Nesse contexto, vale criar uma noite especial e pedir para que cada criança crie poesias ou contos para apresentar para a família toda. Ao final, todos ganham um prêmio de participação e comemoram o evento com pizza.

Lembre-se da representatividade

Já falamos por aqui que as crianças adoram fazer de conta que são os personagens das histórias. Sendo assim, é interessante escolher enredos adequados para que a turminha se sinta representada, sabe?

Para trabalhar o empoderamento das meninas, por exemplo, é legal contar histórias de personagens femininas fortes, principalmente de universos tipicamente masculinos como os super-heróis. Mulher-Maravilha, WandaVision e Viúva Negra são alguns exemplos. Investir nessa temática é uma forma de mostrar para as meninas que elas podem ocupar diversos espaços na sociedade.

A mesma lógica pode ser aplicada para a representatividade negra. A menina não consegue se ver no papel da Rapunzel, por exemplo, pois a princesa é branca e com cabelos loiros. Garotinhas e garotinhos precisam conhecer a trajetória de personagens pretos e com cabelos crespos/cacheados para se transportarem para a história.

Uau! Quanta coisa importante podemos proporcionar com a arte no desenvolvimento infantil. A leitura divertida ganha destaque nesse contexto porque contribui para que a criança cresça mais inteligente, empática e com uma boa visão do mundo. Então, não deixe de colocar todas as nossas dicas em prática, combinado?

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