Como acertar na escolha do brinquedo para cada idade?

Imagem de duas crianças jogando boliche na sala de uma casa. O brinquedo tem pinos coloridos.

Quem nunca ficou naquela dúvida cruel de qual brinquedo comprar para presentear uma criança? Afinal, são tantas opções existentes, que dá até para se perder dentro da loja. Sem contar que a maioria não se parece em nada com aqueles da nossa época de infância. Por isso, acertar no presente se torna uma missão cheia de desafios!

Para ajudar você nessa escolha, preparamos algumas sugestões que seguem cada faixa etária. Também conversamos com Patrícia Camargo, do portal Tempo Junto. Ela nos trouxe mais ideias relevantes para auxiliar esse momento. Então, vamos conferir?

Por que é importante escolher brinquedos indicados para cada faixa etária?

Comprar brinquedo para uma criança, muitas vezes, é realizador até mesmo para o adulto. Afinal, quem nunca sonhou com um brinquedo quando era pequeno e agora tem a chance de adquirir? Mas isso costuma influenciar na decisão do presente ideal.

Também são tantas opções, que escolhemos um brinquedo muito legal, mas inapropriado para a faixa etária da criança que será presenteada. Pode até parecer que estamos escolhendo algo incrível, e realmente é, só que essa escolha precisa ser baseada naquilo que é bom para a turminha agora.

Não é à toa que os brinquedos vêm com indicação de faixa etária. Se você parar para pensar, uma pessoa de 2 anos é criança assim como uma de 10, mas as necessidades delas são diferentes, porque estão em estágios de desenvolvimento distintos.

Como a criança aprende e se desenvolve brincando, os brinquedos são criados para proporcionar estímulos específicos e atender às habilidades que costumam pertencer à molecada de uma determinada faixa etária. Isso garante um melhor proveito e mais segurança para elas.

A seguir, explicamos com mais detalhes por que é tão importante que você escolha um brinquedo com indicação de faixa etária adequada para a criança que vai receber o presente. Veja só!

Evita acidentes

Um brinquedo pode parecer um objeto inofensivo para um adulto, porém, precisamos olhar para ele considerando as habilidades, a coordenação e o grau de amadurecimento da criança que vai brincar.

Os brinquedos que contêm peças pequenas ou partes que podem ser removidas, por exemplo, não podem ser oferecidos para crianças com menos de 3 anos de idade. Nessa faixa etária, elas ainda costumam colocar muitas coisas na boca, porque utilizam muito o paladar como uma forma de conhecer o que está à sua volta.

Essas peças podem ser aspiradas ou engolidas, causando sérios acidentes e até mesmo colocando a vida da criança em risco por causa da chance de sufocamento. Também temos os casos em que colocam esses objetos no nariz ou no ouvido. Sim, não duvide!

Além disso, cada brinquedo é manuseado de uma determinada forma, e a criança precisa entender o jeito certo de brincar para que não haja nenhum risco. A indicação de faixa etária é exatamente para mostrar aos adultos aquilo que é seguro em cada estágio de desenvolvimento infantil.

Essa indicação de faixa etária precisa seguir aquilo que está determinado na Portaria Inmetro nº 302/2021. A informação deve estar em local de fácil visualização, trazendo marcações, legendas e também instruções de uso impressas na embalagem — o que é válido para todos os tipos de brinquedo.

Essas instruções devem indicar quando o brinquedo precisa ser utilizado com a supervisão de um adulto. O intuito é sempre evitar que uma brincadeira inocente acabe gerando um sério risco de acidente.

Caso você não encontre as indicações na embalagem, evite adquirir o brinquedo, viu? Dê preferência para aqueles que respeitam a determinação do Inmetro, para ter certeza de que a empresa se preocupa com a segurança das crianças.

Auxilia no desenvolvimento cognitivo

É muito comum pessoas adultas acreditarem que uma criança, ao brincar, está apenas passando o seu tempo, entretida com a atividade que está realizando, mas não é bem assim. Não podemos subestimar o tempo da brincadeira, porque não é um simples entretenimento, mas um processo de desenvolvimento.

É por isso que o brinquedo que vamos oferecer precisa estar adequado à faixa etária. Como a gente explicou no outro tópico, crianças de cada idade estão em um estágio diferente, por isso, precisam de estímulos adequados à fase que estão vivendo.

Jean Piaget foi um psicólogo que, em seus estudos, percebeu que era possível dividir a infância em quatro fases diferentes, partindo de 0 e seguindo até 12 anos de idade. São elas:

  • sensório-motor;
  • pré-operatório;
  • operatório concreto;
  • operatório formal.

Lá no começo, na fase sensório-motor, a criança ainda está compreendendo suas próprias sensações, tomando consciência de si mesma, dos seus movimentos e da interação do seu próprio corpo com o ambiente.

É bem diferente do que acontece com uma criança que já está na fase operatório formal. Ela já vai à escola, consegue entender conceitos de matemática mais complexos, compreende ideias abstratas, a personalidade está mais intensa, e assim por diante.

São os brinquedos que vão nos ajudar a oferecer para cada uma dessas crianças as experiências e os estímulos que elas precisam para continuar o seu desenvolvimento.

De nada adianta, por exemplo, dar um kit de ciências para uma criança de 2 anos, que ainda não sabe manusear os objetos que vêm nele. Também não é nada interessante presentear uma criança de 10 anos de idade com chocalhos ou móbiles, concorda?

Cada fase tem as suas necessidades, e respeitar a indicação da faixa etária presente nos brinquedos ajuda a entender qual é o melhor momento para oferecer aquele presente a uma criança — garantindo que ela fará o melhor proveito dele.

Ao escolher brinquedos de boas marcas, você vai adquirir itens que foram projetados para proporcionar à turminha exatamente aquilo que ela precisa. Seu desenvolvimento cognitivo será muito melhor porque terão a chance de vivenciar experiências e exercitar suas habilidades do jeito certo.

Torna a brincadeira mais proveitosa

Não resta mais dúvida de que comprar um brinquedo de acordo com a faixa etária da criança é a melhor forma de garantir a ela um bom desenvolvimento, certo? Mas não é só dessa maneira que esse presente será proveitoso.

Respeitar a indicação etária de cada item também garante que a brincadeira em si seja muito mais interessante. Isso acontece porque estamos oferecendo um brinquedo que está adequado ao seu entendimento. Assim, não tentamos forçar que a criança se adeque àquilo que ela ganhou.

Lembra que a gente falou de não ser adequado presentear uma criança de 2 anos com um kit de ciências? Ela até pode ficar entretida por causa da quantidade de itens que estão ali, porém, não vai utilizar o brinquedo do jeito certo, e a experiência não será das melhores.

O brinquedo precisa se encaixar no universo da criança, pois ele é uma ferramenta para que ela possa treinar suas habilidades, emoções, sentimentos e consiga alcançar um desenvolvimento mais pleno e completo de forma natural.

Quando a criança recebe um presente que está adequado à sua faixa etária, inventa muito mais brincadeiras. Ela interage com o brinquedo de um jeito mais intenso e usufrui de todas as experiências que ele pode proporcionar. É diversão e aprendizado por horas e horas!

Ao contrário do que acontece quando não respeitamos essa faixa etária. Por alguns minutos, a molecada pode se interessar porque é algo novo, mas logo deixa de ser interessante, porque ela não vê muita utilidade naquilo. No final, vai ficar em um canto esquecido.

Qual é o brinquedo ideal em cada idade?

Agora você já entendeu a importância de respeitar a faixa etária na hora de comprar um brinquedo e como isso é importante para o desenvolvimento e a diversão da criança, certo? Mas o que seria ideal em cada idade?

Como escolher o melhor brinquedo conforme a etapa de desenvolvimento da criança? A seguir, você confere diversas sugestões que vão explicar que tipo de brinquedo é mais proveitoso para a galerinha de 1 até 6 anos. Confira!

Brinquedos ideais para bebês de até 1 ano

Aqui, a criança parece aprender um tanto de coisas a cada dia! Já percebeu? Assim, poder estimulá-la de forma adequada é essencial. Por ser muito ligada em seus sentidos (audição, visão e tato, principalmente), os brinquedos precisam suprir esses interesses. Algumas ideias para bebês nessa idade são:

Brinquedos para crianças de 2 a 3 anos

Nessa fase, começa o grande interesse pelo faz de conta e pela imaginação. E as crianças também gostam da imitação. Não é raro vermos aquela pessoinha que ainda mal aprendeu a falar, imitando um adulto falando ao telefone, por exemplo, e nos fazendo cair na gargalhada!

Sons também são muito interessantes. Além disso, é hora de começar a estimular a coordenação motora fina (a que usa pequenos músculos e pede delicadeza). Boas ideias são:

Imagem de uma criança se divertindo com um brinquedo.

Brinquedos para crianças de 4 a 6 anos

A imaginação continua aqui, sendo sua fase de maior ápice. Continue investindo em brinquedos que estimulem o faz de conta e a criatividade, combinado?

É por volta dessa idade que aumenta o interesse em brincadeiras com os amiguinhos. Então, jogos interativos também são uma boa ideia. Além do mais, é uma época propícia para estimular a cognição. Considere essas sugestões:

Brinquedos para os maiores de 6 anos

A vontade de interagir com os amiguinhos aumenta agora. É um bom momento para apresentar os jogos de regras. Eles fazem a meninada entender a importância de seguir orientações, para que todos usufruam da diversão. Outro ganho é o saber perder, essencial para toda a vida.

Além do mais, com a energia a mil, brincadeiras de bola e na rua são muito bem-vindas! Aposte em:

O que mais levar em consideração na escolha do brinquedo?

Até aqui, falamos apenas da idade. Ela é realmente relevante, pois é a segurança da meninada em jogo. Porém, Patrícia Camargo nos traz mais ideias. Um dos focos de atenção, segundo ela, é a variedade. “Se existem 12 quebra-cabeças em casa, ainda que de personagens diferentes, você vai proporcionar o mesmo estímulo”.

Nesse sentido, tente diversificar. Jogos de tabuleiro, games, jogos da memória, blocos de encaixe: cada um tem seus ganhos. Considerar as preferências da turma também é bacana! Mas, se a criança fizer o pedido de algum brinquedo, verifique a possibilidade de proporcionar ganhos diferentes.

Patrícia exemplifica: “a criança pede um carrinho. Você pode dar um de empurrar ou de controle remoto, por exemplo. Em cada escolha, há como oportunizar um aprendizado. É nossa função ampliar esse mundo”.

Além dos gostos individuais, outra dica é avaliar as habilidades. Ao entendermos limites ou aptidões, podemos explorar mais possibilidades. “Aquela indicação da faixa etária tem a ver com uma recomendação dentro das capacidades infantis. Mas, se a criança não consegue brincar, não se desenvolverá”, revela Patrícia.

Pensar nas diversões da moda também é uma saída. Bonecos Luccas Neto ou kits de slime, por exemplo, são muito bem recebidos. Só tenha cuidado com os perigos levados para dentro de casa. Verifique o selo do Inmetro sempre, pois é um certificado de qualidade e segurança.

Como garantir que a molecada tire o máximo proveito do brinquedo?

Patrícia conta que todo brinquedo é um agente de desenvolvimento, quando consegue proporcionar diferentes estímulos. É importante entender isso, porque muitas pessoas têm em mente que só um “brinquedo educativo” ajuda no desenvolvimento.

Na verdade, brinquedos diversos e até uma brincadeira antiga têm a capacidade de ensinar algo. Um carrinho de controle remoto, por exemplo, estimula a imaginação e trabalha a coordenação motora, duas habilidades essenciais para o desenvolvimento sadio. Já os tapetes de atividade contribuem com a concentração e o equilíbrio corporal.

Além disso, ao dar o presente, é legal acompanhar como a criança lida com ele, principalmente se dermos um exemplar acima da idade recomendada. “É importante estar junto para acompanhar o processo e conduzir no que for preciso”, diz Patrícia.

Mas, independentemente do tipo brinquedo, ela sempre aconselha a interação da família. “Costumamos trazer a criança para o nosso mundo, ao ensinar regras, como horário de dormir e acordar. A brincadeira é território dela. Quando brincamos juntos, colocamo-nos em seu mundo. É no brincar que ela se comunica. Ao estarmos juntos, criamos um vínculo forte. Além disso, ela se sente pertencente ao meio”.

Dicas extras para acertar na escolha do brinquedo

Com todas as informações e sugestões que deixamos até aqui, está ficando cada vez mais fácil acertar na escolha do brinquedo para cada idade, não é mesmo? Mas reservamos mais algumas dicas para o final.

Confira outros aspectos que são importantes de considerar na hora de escolher o brinquedo para presentear uma criança e garantir que ela o aproveite com segurança!

Não associe preço à qualidade

As crianças não ligam para o preço de um brinquedo. Para elas, o importante mesmo é o valor que aquilo oferece. Tem diferença porque, quando se trata de preço, estamos falando de dinheiro, de quanto custou; quando se fala em valor, são os benefícios e tudo aquilo que o item oferece de bom.

Muitas vezes, a gente se preocupa em comprar brinquedos caros acreditando que a qualidade deles está relacionada à precificação mais alta, mas isso não é verdade. Nem sempre o preço está associado à qualidade, porque precisamos pensar nos estímulos que são proporcionados.

Brinquedos mais simples também podem ser muito úteis, tanto para diversão quanto para o desenvolvimento da criança. É por isso que, mais uma vez, reforçamos a importância de respeitar a faixa etária e pensar nas necessidades da meninada naquele momento.

Como você viu nas recomendações da Patrícia, é interessante diversificar aquilo que é oferecido à criança. Então, dependendo do caso, você pode adquirir itens com um preço menor, mas que trazem propostas diferentes e oferecem experiências diversificadas, para que a criança tenha mais opções de brincadeira.

Busque por materiais hipoalergênicos

Cada pessoa tem uma sensibilidade diferente a determinadas substâncias e materiais. Assim, aquilo que não faz mal para um pode desencadear problemas para outros, e isso não é diferente quando se trata das crianças. Então, precisamos ter muito cuidado na hora de escolher os brinquedos.

Para não correr nenhum risco, o ideal é dar preferência aos brinquedos que são fabricados com materiais hipoalergênicos. Essa é uma especificação que você também poderá encontrar na embalagem do produto.

O termo hipoalergênico significa que aquele material passou por diferentes testes de sensibilização, que foram realizados com seres humanos seguindo métodos laboratoriais especializados.

Depois da realização desses testes, são selecionados os materiais que apresentaram as menores chances de causar alergia nas pessoas. Eles são classificados como os mais seguros para estar em contato com humanos.

Entretanto, mesmo ao escolher um brinquedo fabricado com material hipoalergênico é preciso ficar de olho. Afinal, os testes só mostram quais são os materiais com menos chance de causar alergia; não significa que é 100% certeza de que não vai acontecer.

Como a gente falou no começo, o organismo de cada pessoa tem uma determinada sensibilidade; sendo assim, é importante observar qualquer possível reação alérgica que a criança tenha, como coceira ou vermelhidão na pele, e procurar o pediatra.

Vale ressaltar que a classificação etária dos brinquedos também considera esse fator. Alguns materiais podem não oferecer nenhum tipo de risco à pele, porém, não podem entrar em contato com a boca, por exemplo. Logo, eles podem ser utilizados em brinquedos para crianças mais velhas e evitados naqueles para os bebês.

Invista em brinquedos laváveis e não tóxicos

Além de encontrar na embalagem do brinquedo a indicação de que ele foi fabricado com material hipoalergênico, você também precisa verificar se ali está escrito que é atóxico. Essa é uma informação fundamental porque não podemos garantir que a criança nunca vai colocar o brinquedo na boca, ainda que ela seja mais velha.

Outro detalhe importante na hora de escolher um brinquedo é a possibilidade de ele ser lavado. Dê preferência aos que podem passar por uma higienização, pois, depois de um tempo de brincadeira, com certeza isso será necessário!

A possibilidade de lavar o brinquedo garante a remoção de todas as impurezas e microrganismos que podem se acumular sobre ele. Também assegura que a integridade do material não será comprometida, ou seja, a criança não vai perder o seu brinquedo por causa disso.

Porém, quando você for lavar, não se esqueça de seguir aquilo que foi recomendado pelo fabricante. Observe as instruções do que pode ou não ser feito e dos produtos que podem ou não ser utilizados para que não cause danos ao produto.

Considere sempre a experiência com o brinquedo

Escolher o brinquedo pela faixa etária é um ótimo começo, mas não se esqueça de que proporcionar a alegria é essencial. Então, considere as experiências que a criança poderá vivenciar com o presente que ela vai receber, garantindo que seja algo divertido para ela.

Para você entender melhor o que estamos falando, existem alguns brinquedos que funcionam de forma automática, ou seja, a criança liga e ele faz tudo sozinho, sem precisar de interação nenhuma. Esse tipo de brinquedo também tem as suas vantagens, mas você precisa considerar se é exatamente isso que deseja oferecer à turminha.

Seria mais interessante um brinquedo com o qual a criança interaja, e que possa compartilhar essa brincadeira com outras pessoas. Assim, você pode reunir toda a família no momento das brincadeiras, pois, no fundo, não há idade para brincar, concorda? E isso cria fortes vínculos e memórias que vão ficar para a vida toda!

Viu só como não é tão difícil escolher um brinquedo? Você só precisa pensar nas necessidades da criança, considerar a faixa etária dela e também as suas preferências. Assim, com certeza, vai escolher aquele que trará grandes benefícios ao seu desenvolvimento cognitivo e, ao mesmo tempo, muita diversão e alegria! Gostou das sugestões? Temos muito mais dicas para compartilhar com você! Basta seguir as nossas redes sociais e ficar de olho nas postagens. Estamos no Facebook, Instagram, YouTube

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