Inteligência emocional infantil: como ajudar as crianças a desenvolvê-la

mãe e filho sentandos no chão lendo livro juntos representando o desenvolvimento da inteligência emocional infantil

Aqui no blog, sempre conversamos sobre habilidades relevantes para a meninada. Dessa vez, não será diferente. Afinal, nos preocupamos em trazer assuntos interessantes que você precisa conhecer. Então, temos uma pergunta a fazer: você sabe o que é inteligência emocional infantil e por que ela precisa ser estimulada desde cedo?
E você sabia que, quando a criança desenvolve essa capacidade, ela aprende a entender melhor os seus sentimentos? Isso mesmo! Entre os seus ganhos, podemos dizer que ela ajuda a meninada a tomar melhores decisões e a se relacionar bem com as pessoas.
Conversamos com Fernanda Monteiro, terapeuta ocupacional e autora de Super Gênios, que nos ajudou a ficar por dentro desse tema. Vamos conferir?

O que é inteligência emocional infantil?

Inteligência emocional infantil é a capacidade da criança de identificar seus sentimentos e lidar com eles. Com isso, ela se relaciona melhor com as pessoas à sua volta, consegue expressar o que sente e respeita amigos e adultos.
De acordo com Daniel Goleman, um dos principais psicólogos que difundem o conceito, a inteligência emocional é:
“A capacidade de criar motivações para si próprio e persistir num objetivo apesar dos percalços; controlar impulsos e saber aguardar pela satisfação dos seus desejos; de se manter em bom estado de espírito e impedir que a ansiedade interfira na capacidade de raciocinar; ser empático e confiante”.
Portanto, desenvolver a inteligência emocional nas crianças é fundamental para que elas tenham uma infância tranquila e um bom convívio com os colegas e familiares.

Qual é a importância da inteligência emocional para as crianças?

“Vejo a inteligência emocional como um dos principais componentes do desenvolvimento infantil. A criança não nasce sabendo, mas precisa aprender. Cada experiência, ainda que frustrante, é capaz de acrescentar alguma capacidade. Um ‘não’ ou a espera para mamar, por exemplo, podem ensinar a resiliência”, opina Fernanda Monteiro.
Essa habilidade é construída desde os primeiros dias de vida e leva a criança a ter mais bem-estar, já que ela aprende a administrar as suas emoções, de maneira mais apropriada. “Essa capacidade a ajuda a lidar com as adversidades do dia a dia e a crescer cercada de relacionamentos sociais saudáveis”, completa a terapeuta.
Ainda tem a questão da autoconfiança. Esse aspecto é muito importante para ela tentar resolver seus problemas sozinha e acreditar que dá conta de uma tarefa condizente com sua idade, sem precisar do apoio de um adulto o tempo todo.
“Para tudo, temos regras. Se o banco fecha às 16h, mas chegamos poucos minutos depois, não seremos atendidos. E reagir chorando ou quebrando a porta não mudará isso. O mesmo acontece com a frustração de não passar no vestibular ou na entrevista de emprego”, aponta Fernanda.

Quais são os pilares da inteligência emocional?

De acordo com Daniel Goleman, a inteligência emocional tem cinco pilares fundamentais. A seguir, falamos um pouco mais sobre cada um deles para ajudar você a entender melhor a inteligência emocional infantil. Acompanhe!

Autoconhecimento

Esse aspecto se refere à capacidade de a criança conseguir nomear diferentes emoções como raiva, dor, tristeza, desapontamento, angústia, aflição, felicidade etc. Ele é essencial, pois a ajuda a reconhecer um sentimento logo que ele ocorre. Dessa forma, o responsável consegue identificar qual é a melhor forma de auxiliar.

Automotivação

Esse pilar tem a ver com a resiliência, pois a criança fica mais resistente à frustração. Dessa forma, ela consegue controlar as suas emoções para alcançar algum objetivo.

Autocontrole

Esse aspecto é muito importante, porque é muito comum vermos crianças chorando ou brigando com os pais quando recebem algum não. Ao desenvolver o autocontrole, a turminha até pode ficar zangada, mas não sai gritando com todo mundo.

Empatia

Esse pilar se refere ao entendimento de que o outro pode ter sentimentos e necessidades diferentes. Para isso, você pode estimular a criança a se colocar no lugar do outro e ser educada e gentil.

Relacionamento interpessoal

Esse aspecto se refere à capacidade que a criança desenvolve de saber se comunicar bem. É essencial para que construa relacionamentos saudáveis ao longo da sua vida.

E o benefícios de desenvolver a inteligência emocional desde a infância?

Agora que você já conhece os pilares da inteligência emocional, vai poder saber quais são os seus benefícios. Quando as crianças desenvolvem inteligência emocional desde cedo, elas podem aproveitar inúmeras vantagens ao longo da vida. A seguir, apresentamos as principais.

Melhoria na autoestima

Quando aprende a lidar com as próprias emoções, a criança tem uma percepção maior de si e das pessoas à sua volta. Com isso, ela aprende a não se deixar influenciar negativamente por todas as situações e conhece mais as suas características e qualidades, o que a ajuda a ter uma boa autoestima.
Por outro lado, quando a criança não sabe lidar com os seus sentimentos, ela pode se deixar abater com algumas brincadeiras dos amiguinhos, por exemplo, o que pode prejudicar sua autoestima e autoconfiança.

Autonomia emocional

É comum que muitas crianças sejam dependentes emocionalmente dos pais ou responsáveis. Com isso, uma simples saída de casa para a padaria pode resultar em muito choro e lamentação.
Para evitar que isso aconteça é fundamental ajudá-las a desenvolver a inteligência emocional. Com essa capacidade, a meninada consegue ter uma percepção melhor das situações, evitando estresses desnecessários.
No exemplo da padaria, você só deveria explicar à criança que precisaria se ausentar por alguns minutos e ela entenderia e agiria normalmente, tendo, assim, maior autonomia sobre suas emoções.

Crescimento do senso de responsabilidade

Quando a criança começa a ter maior percepção de si e das pessoas e situações à sua volta, ela começa a entender que é responsável pelas suas ações. Com isso, quanto mais desenvolve a sua inteligência emocional, maior é o seu senso de responsabilidade.

Comprometimento com as atividades

O maior comprometimento com as tarefas diárias é outro benefício do desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Isso porque a criança se torna mais consciente das suas ações e sobre como elas podem interferir na vida dos amiguinhos ou das pessoas mais próximas.
Dessa forma, elas se tornam mais comprometidas para desenvolver as suas atividades. Afinal, começam a ter a consciência de que, caso não façam, podem prejudicar a si mesmas ou a outras pessoas.
Além de todos esses benefícios, ao desenvolver a inteligência emocional infantil, você contribui com a formação de jovens e adultos saudáveis emocionalmente.

Quais sinais indicam que a criança não tem inteligência emocional?

Mas, atenção! Você deve observar alguns sinais de alerta que podem indicar que a criança não tem inteligência emocional. Como identificar se ela tem ou não essa capacidade? A seguir, apresentamos alguns indícios que você pode acompanhar.

Dificuldade em descrever os sentimentos

Sabe quando a criança está agindo de uma forma diferente, você pergunta o que ela está sentindo e não obtém uma resposta efetiva? Esse pode ser um sinal de que a criança precisa desenvolver a inteligência emocional. Afinal, ao desenvolver essa capacidade, ela consegue reconhecer e explicar os seus sentimentos em qualquer situação.

Acessos de raiva ou iras

Algumas crianças costumam ter acessos de raiva ou ira — com ou sem motivo algum. Quando isso ocorre com frequência, é sinal de que precisam desenvolver a sua inteligência emocional. Portanto, fique de olho nesse tipo de ocorrência, combinado?

Ausência de empatia

Quando a criança não sabe se colocar no lugar do amigo, esse pode ser um sinal de ausência de inteligência emocional infantil. Mas isso só é verdade se esse tipo de situação ocorre com frequência, viu? Por isso, é importante sempre observar o comportamento da criançada para identificar aqueles hábitos mais comuns e que precisam ser corrigidos.

Dificuldade em pedir ajuda

Algumas crianças, quando estão tristes ou com alguma emoção negativa, têm dificuldade de pedir ajuda aos seus responsáveis. Esse pode ser um sinal de que elas têm entendido que devem reprimir ou não buscar ajuda para lidar com esse tipo de sentimento.
Portanto, se você observar que a criança está triste ou isolada, converse e tente entender o que está ocorrendo. E tenha cuidado, porque esse tipo de comportamento pode indicar que ela precisa desenvolver a sua inteligência emocional infantil.
Se você percebeu um ou alguns desses sinais na garotada, não se preocupe. Afinal, existem várias dicas que podem ser adotadas para ajudar as crianças a desenvolverem a sua inteligência emocional.

pai e filho conversando sobre inteligência emocional infantil sentados no sofá

Como os adultos podem ajudar as crianças a desenvolvê-la?

A terapeuta Fernanda Monteiro também nos deu dicas de algumas atitudes que podemos colocar em prática para ajudar ainda mais a criançada. Veja só!

Incentive a autonomia

A autonomia pode ser reforçada desde os primeiros meses. Deixar que os bebês comam com as próprias mãozinhas e que explorem um ambiente seguro é o começo para que tenham mais autoconfiança.
Quando crescem um pouco, podem amarrar o tênis e se vestirem sozinhos, ainda que, no final, o adulto precise dar uma ajeitada. Entregar um documento para alguém da escola também pode ser de responsabilidade deles.

Estimule a criança a falar sobre emoções

Também é legal deixar a criança falar sobre o que sente. Ela precisa perceber que é ouvida e aceita, ainda que seja uma emoção angustiante, como a fúria, que surge quando não a deixamos fazer o que queria.
É interessante ajudá-la a nomear aquilo que ela expressa, pois isso acrescenta muito para o autoconhecimento. Existem livrinhos baseados em psicologia infantil, que explicam o significado de diversos sentimentos. Eles são ótimas apostas!
Quando as crianças passam a ter clareza sobre o que sentem, conseguem ter reações mais saudáveis. Já quando isso não acontece, enfrentam uma grande desorganização emocional que podem segui-las na vida adulta.

Ensine a empatia

Ensinar a empatia para a meninada é essencial. Uma forma de fazer isso é apontar para realidades diferentes ou fazer a criança se colocar no lugar de outra pessoa. Também devemos ser empáticos com os sentimentos e as dificuldades dela, entendendo a forma como ela se sente.

Leia livros

As leituras de boas histórias são atividades que ajudam no desenvolvimento da criança. Isso porque elas auxiliam a entender alguma lição ou um princípio, de maneira lúdica.
Se a ideia for orientar sobre a importância de não mentir, por exemplo, que tal contar a história do carneiro, que mente ao pastorzinho sobre a chegada do lobo? Ou então, a história de Pinóquio. Além de educar, a atividade ajuda a criar laços.
Portanto, procure bons livros para ajudar a meninada a aprender de maneira criativa e divertida. Para isso, busque o feedback de outros responsáveis e verifique as sugestões de alguns especialistas na área.

Dê bons exemplos

“Isso é bem importante, já que as crianças se inspiram nos pais e nas pessoas com quem convivem. Então, é legal o adulto ter inteligência emocional, para ser um bom exemplo. Um dica que você pode seguir é não gritar ou brigar para expressar a raiva em algumas situações. Muitas vezes, o adulto reclama que a criança só grita, mas ele não percebe que ele também age assim”, alerta a terapeuta.
É muito importante que você pesquise e entenda cada vez mais sobre esse tema. Com a rotina corrida, muitas pessoas negligenciam o desenvolvimento da inteligência emocional e acabam não sendo bons exemplos para as crianças. Então, não deixe de se policiar constantemente.

Ofereça um ambiente saudável

Um exemplo é a rotina, segundo a terapeuta. “Ela resolve muitas questões. A mãe de uma criança chegou aqui preocupada, porque o filho estava desatento e com grande ansiedade. Então, ajudei a criar horários para tudo: brincar, ver TV. Na mesma semana, o grau de ansiedade diminuiu”, conta Fernanda.
A especialista afirma que a organização gera previsibilidade, não exigindo que a criança esteja o tempo todo em alerta. A ansiedade constante leva ao estresse e já é conhecido pela ciência que ele destrói células cerebrais.
Outra questão é não ceder a tudo o que as crianças pedem. Não é dizendo ‘sim’ para tudo que as faremos felizes. Elas precisam saber colaborar em casa, por exemplo, e isso envolve guardar o brinquedo depois de usá-lo.
Por isso, é importante oferecer um ambiente saudável para a criançada. Dessa forma, além de desenvolver a inteligência emocional, elas conseguirão aproveitar ao máximo esses momentos tão valiosos da infância.

Apresente jogos

Você sabia que os jogos e brincadeiras ajudam — e muito — a desenvolver a inteligência emocional da garotada? Isso mesmo! Além de serem superdivertidos, eles ajudam as crianças a lidarem com diversos tipos de sentimentos. De acordo com Fernanda:
“Jogos e brincadeiras fortalecem a inteligência emocional. Por exemplo, se a criança perdeu no jogo de tabuleiro, ela precisa aprender a lidar com essa frustração, sem espernear ou sem querer mudar as regras. É um sentimento desconfortável, mas ela tem que passar por isso. Com o tempo, entende e, então, evolui para o próximo aprendizado”.Outra coisa legal de brincar com a criança, de acordo com a terapeuta, é que as brincadeiras costumam ajudar a assimilar situações aflitivas, o que também contribui com a inteligência emocional infantil. Se foi preciso enfrentar o medo de tomar vacina, por exemplo, a criança processa essa informação ao fingir dar a injeção em uma boneca.

Defina regras e limites

Estabelecer regras e limites é muito importante para o desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Isso porque elas fornecem segurança e ajudam a entender mais sobre as consequências das suas ações.
Para isso, é importante explicar o porquê de cada regrinha ou limitação. Por exemplo, quando você precisar dizer para a criança que ela não deve colocar o dedo na tomada, é importante explicar que, caso ela faça isso, poderá levar um choque. Com esse entendimento, ela não terá dificuldade em obedecer e entenderá que essa regra é sinal de cuidado.

Não minta sobre os seus sentimentos

Nem todo dia é perfeito, certo? Em alguns, você pode estar estressado com o trabalho ou triste com alguma situação desagradável. Nesses momentos, é comum que as crianças, que são curiosas por natureza, perguntem o que você tem ou o que está acontecendo.
Quando isso ocorrer, evite proteger a criança de sentimentos adversos, como a tristeza. Ao fazer isso, você pode passar a imagem de que ele deve esconder as suas emoções também. Então, em vez de dizer que você está cansado, explique o que está sentindo e como ela pode ajudar nessa situação.
É claro que você não precisa entrar em detalhes, mas é importante que a criança entenda e aprenda a reconhecer esse tipo de sentimento nas pessoas, ok? E, no tópico abaixo, explicaremos se existe ou não uma idade certa para desenvolver a inteligência emocional infantil.

Qual é a idade certa para desenvolver a inteligência emocional infantil?

Algumas pessoas acreditam que a inteligência emocional só pode ser desenvolvida em crianças que já sabem se comunicar normalmente. Você faz parte desse grupo? Fazendo ou não, saiba que essa afirmação não é verdadeira.
Isso porque até os 6 anos de idade as crianças realizam diversas conexões neurais por segundo — o que é chamado pelos especialistas de janela de oportunidade de desenvolvimento. Com isso, são abertas excelentes oportunidades para o desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Interessante, não?
Para o aprendizado nessa fase, você pode utilizar expressões faciais mais fortes. Com isso, a criança consegue identificar o seu sentimento. Então, não tenha medo de exagerar no seu semblante! E não deixe de falar também para que ela comece a associar as diferentes emoções.

Por que os jogos e brincadeiras ajudam no desenvolvimento da inteligência emocional infantil?

Independentemente da idade, os jogos e brincadeiras também são fundamentais para que as crianças aprendam a lidar melhor com as suas emoções. Existem diversos jogos tanto para a criança brincar sozinha quanto com os amiguinhos.
Eles são essenciais para ajudar a meninada a desenvolver algumas capacidades e características — entre elas, a inteligência emocional infantil. Veja como a diversão contribui com o desenvolvimento dessa habilidade comportamental!

Ajudam a lidar com as emoções

Muitos jogos exigem que a meninada saiba lidar com alguns desafios, perdas ou frustrações. Além disso, alguns exigem concentração, memorização e capacidade de enxergar as situações por um novo ângulo. Isso tudo estimula a criança a desenvolver a sua inteligência emocional na prática e de maneira divertida.
Portanto, não perca tempo e invista em vários jogos e brincadeiras que estimulem a garotada a desenvolver essa capacidade. Dessa forma, é possível incentivar uma infância saudável e, ao mesmo tempo, estimular a formação de jovens e adultos aptos a lidar com diferentes situações sem perder o controle, com inteligência.

Simulam algumas experiências

Alguns jogos e brincadeiras simulam algumas situações da vida real, como o clássico banco imobiliário, que ajuda a criança a ter algumas noções sobre como lidar com o dinheiro. Nesse tipo de jogo, ela aprende a lidar com diferentes cenários, o que contribui com o desenvolvimento da sua inteligência emocional.
Como você pode perceber, uma criança inteligente emocionalmente consegue passar por diferentes situações, sejam elas boas ou ruins, sem perder o controle. Além disso, ela é capaz de entender e explicar os seus sentimentos, o que é muito importante para uma infância saudável.
Enfim, entre as várias dicas para estimular a inteligência emocional infantil, o brincar traz inúmeras possibilidades de crescimento e aprendizado, então, precisa ser visto como uma das atividades mais importantes na rotina da meninada. Por isso, não deixe de proporcionar esses momentos, combinado?
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