9 brincadeiras para trabalhar as emoções

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criança escrevendo no caderno em um das brincadeiras para trabalhar as emoções

Você já deve ter notado que algumas esferas do desenvolvimento infantil podem ser acompanhadas com um piscar de olhos, não é mesmo? Afinal, não é necessária muita investigação para identificar quando os bebês conquistaram a habilidade de sentar sozinhos, deram seus primeiros passos ou mesmo quando passaram pelo desfralde.
Mas existem outras partes cruciais do desenvolvimento de uma criança que não carregam tantas evidências físicas, mas são extremamente importantes: os sentimentos e as emoções. Ensinar a elas o que é alegria, tristeza, frustração ou raiva não é tarefa simples. Ainda bem que, além das atividades para trabalhar suas capacidades motoras e cognitivas, também existem maravilhosas brincadeiras para trabalhar as emoções!
Elas servem de apoio para as crianças nesse momento de descoberta, favorecendo o desenvolvimento da inteligência emocional infantil. Que tal aprender 9 brincadeiras especialmente escolhidas com essas finalidades? Então, continue com a gente e confira!

O que é inteligência emocional?

A inteligência emocional consiste na capacidade de um indivíduo em identificar as próprias emoções e as dos outros. Em outras palavras, esse conceito se refere à habilidade de perceber, compreender e lidar com os sentimentos, as frustrações e os desafios da vida, além de ser capaz de construir relacionamentos mais saudáveis e felizes.
Popularizado pelo estudioso norte-americano Daniel Goleman, o conceito é apresentado em seu livro Inteligência Emocional (1986), onde o autor divide a inteligência emocional em 5 habilidades:

autoconhecimento emocional — está relacionado à capacidade de uma pessoa em entender os próprios sentimentos e emoções. Quando trabalhada desde a infância, essa habilidade faz com que a criança seja capaz de ter uma melhor direção da própria vida no futuro;
controle emocional — essa habilidade permite gerir os próprios sentimentos e adaptá-los conforme o momento adverso que se está passando. A criança com um bom controle emocional pode, exemplo, escolher pensar numa perspectiva mais otimista em uma situação de raiva ou tristeza;
automotivação — uma pessoa automotivada consegue guiar as próprias emoções para realizar uma tarefa, em vez de se deixar desconcentrar por sentimentos como ansiedade ou irritação;
● reconhecimento das emoções — ideal para a construção do autoconhecimento emocional, essa habilidade permite à criança identificar as emoções nos outros indivíduos e sentir empatia por eles;
relacionamentos interpessoais — criar relações com as outras pessoas exige a habilidade de gerir os sentimentos alheios de forma positiva. Assim, essa capacidade consiste em desenvolver a maneira como a criança vai interagir com os adultos e seus amiguinhos.

Até agora, já deu para perceber como é importante trabalhar as emoções das crianças, concorda? Agora, vamos conhecer algumas brincadeiras para ajudar a desenvolver essas habilidades.

9 brincadeiras para trabalhar emoções

Uma criança capaz de reconhecer, identificar e trabalhar suas emoções terá maior consciência sobre qual delas desencadeia cada tipo de sensação. Até mesmo para lidar com as temidas birras, que são parte do desenvolvimento da criançada, o conhecimento sobre o que está gerando tais sensações será um grande aliado daqueles que amam e cuidam dessa galerinha.
O legal é que parte da inteligência emocional infantil pode ser trabalhada de forma lúdica. Com o auxílio de brinquedos, dinâmicas e um toque de criatividade, você poderá adaptar técnicas de modo que a galerinha aprenda a reconhecer e a lidar com as próprias emoções.
É interessante lembrar que existem dezenas de tipos de emoções. Mas para não fazer confusão na cabecinha da criançada, o ideal é iniciar com um leque reduzido. Como sugestão, a ideia é começar pelas principais, como: alegria, tristeza, medo, tédio, raiva e calma. Em seguida, é só c conferir algumas dicas de brincadeiras para trabalhar emoções que separamos a seguir. Vamos lá?

1. Pote das emoções

Para trabalhar as emoções das crianças é fundamental identificar quais são essas emoções. As atividades lúdicas sobre os sentimentos são ideais para que a garotada aprenda a respeito delas.
Entre as brincadeiras que exploram habilidades socioemocionais, o pote das emoções faz muito sucesso! Para tal, você vai precisar de alguns potes transparentes (de vidro ou plástico), mas também pode utilizar sacos plásticos, se preferir.
Separar materiais de lã ou bolinhas, sempre na mesma quantidade, para preencher os recipientes é uma boa sugestão. Em seguida, é possível nomear cada um dos potes com uma das emoções: alegria, tristeza, medo, raiva, calma, frustração, vergonha.
Como parte do ritual diário, separe um momento para interagir com o pequeno, compartilhando casos do dia e pedindo que ele indique como se sentiu em cada uma das situações. Utilize a lã para que a criança preencha o recipiente e demonstre o impacto daquela emoção no dia.

2. Termômetro das emoções

Para levar os sentimentos da molecada ao dia a dia, o termômetro das emoções é uma ótima escolha! Trata-se de uma escala visual que demonstra, por meio de rostos desenhados, as expressões de raiva, medo, alegria e tristeza.
Uma dica é usar os famosos “emojis” como forma de representar os sentimentos, já que eles costumam ser familiares para a criançada. O termômetro ainda pode ser feito desenhando diferentes partes do rosto (olhos, boca, sobrancelhas) separadamente. Em seguida, essas partes podem ser combinadas para formar diferentes rostos e representar as diferentes emoções.
É hora, então, de convidar a criança para interagir com o chamado emocionômetro, permitindo que ela demonstre como está se sentindo naquele momento. Conversar sobre as sensações, auxiliando na compreensão, tem o potencial de beneficiar o desenvolvimento emocional infantil.

3. Mímica

Quando as palavras não são suficientes para a comunicação e as imagens também não alcançam o objetivo esperado, os gestos entram em cena. Utilizar a mímica como uma das brincadeiras para trabalhar emoções é algo rico e divertido.
Na forma de mímica das emoções, podem ser feitas perguntas para as crianças, pedindo que elas reajam mostrando como se sentem em cada um dos momentos. Vale perguntar qual é a sensação quando recebem uma visita especial ou quando sonham com o lobo mau. A ideia é utilizar fatos do cotidiano para identificar e trabalhar as expressões de alegria, raiva, medo etc.
Outra maneira de trabalhar as emoções é pedir para que as crianças encenem o que estão sentindo. Além disso, uma forma de ensiná-las a reconhecer seus sentimentos é mostrar figuras com expressões faciais diferentes e pedir para elas imitarem.

4. Desenhos

A arte é um meio de expressão que acompanha o ser humano há milênios, sendo considerada uma ótima maneira de aprender sobre as emoções. Não é por acaso que os desenhos são ricas ferramentas que as ajudam as crianças a explorarem as emoções desde muito pequenas.
Graças ao aspecto lúdico da criatividade, o desenho se torna um grande facilitador para que a criança possa expressar sentimentos e a visão que tem do mundo, ou seja, tudo aquilo que ela nem mesmo consegue comunicar em palavras.
Por isso, pedir para elas desenharem lugares ou pessoas é um ótimo convite para que a galerinha possa demonstrar o que pensa sobre determinadas situações. Compartilhar a atividade, desenhando lado a lado (cada um em seu papel), pode ser um incentivo a mais. Fora isso, é interessante colocar uma música a fim de ajudar na inspiração artística da garotada.
Com os desenhos prontos, você pode complementar essa atividade pedindo para que cada criança comente sobre a sua arte, o que acha? Pergunte a ela qual foi o motivo para escolher representar aquela emoção no desenho, por exemplo.

5. Fantoches e bonecos

Assim como as mímicas permitem uma comunicação muito rica na forma de gestos, os fantoches e os bonecos também são um caminho para a diversão. Utilizar os bichinhos prediletos da criança para falar sobre dificuldades ou conquistas é uma das melhores brincadeiras para trabalhar emoções.
Experimente compartilhar que o ursinho ficou triste porque passou por determinada situação e veja como a criança vai reagir. Entrar no mundo da imaginação é mágico e revelador. Esse tipo de interação é essencial para que a galerinha desenvolva a capacidade de entender o significado de cada sentimento.
Outra atividade que você pode apresentar é criar uma história em que, por exemplo, um dos fantoches é acusado injustamente de mau comportamento. Desse modo, a criança deve ser inserida na situação e ser estimulada a descrever como aconselharia o personagem. Ao final da dinâmica, converse sobre as consequências de agir de maneira positiva ou negativa e como isso afeta as pessoas ao seu redor.

6. Espelho da emoção

Como parte da educação voltada para as emoções, o uso do espelho se torna um meio para que a criança reconheça suas expressões, no seu reflexo. Vale ficar na frente do espelho, convidando a criança a demonstrar como fica quando sente raiva, alegria, surpresa e nojo.
Outra dica é pedir para que a criança imite um robô em frente ao espelho, fazendo movimentos rígidos e deixando os músculos tensos. Em seguida, ela deve imitar um boneco de pano, com movimentos maleáveis e os músculos relaxados. Bem divertido, não é?
Após a dinâmica, explique que o robô representa emoções como raiva e medo, o que nos deixa rígidos e tensos. Já o boneco de pano representa sensações que trazem relaxamento, como alegria e tranquilidade. Essa atividade ajuda a criança a entender que as emoções não estão relacionadas apenas às expressões faciais, mas afetam todo o nosso corpo.
A interação ajuda a molecada a identificar não apenas as diversas sensações, mas também como elas se refletem na sua autoimagem. Ao mesmo tempo que essa atividade contribui para identificar emoções, permite que a criança estimule a concentração.

7. Copo das emoções

Nessa divertida brincadeira, você deve separar dois copos de plástico, um branco e o outro transparente. Em um deles, desenhe olhares variados (feliz, assustado, cansado); no outro devem ser feitas ilustrações de boquinhas diversas. Ao sobrepor os copos, emoções diferentes vão surgir, enquanto os copos são girados.
É nessa hora que a criança deve ser convidada a conversar sobre cada uma das emoções, sugerindo o que ela vê com cada uma daquelas expressões. Lembre-se de que não existe certo ou errado aqui, e, sim, um caminho de aprendizado e comunicação.

8. Leitura interativa

Os livros infantis contêm muitas histórias e personagens com os quais as crianças se identificam. Por esse motivo, são ferramentas adequadas para trabalhar o lado emocional da garotada. Um exemplo rico da nossa cultura é o folclore brasileiro.
Para que isso seja possível, o ideal é que a leitura se torne interativa, de modo que a criança participe da história. Uma dica nesse sentido é perguntar o que ela acha que o personagem sentiu em determinadas passagens do livro (bravo, feliz, triste).
O livro O Monstro das Cores, por exemplo, apresenta personagens que usam as cores para representar sentimentos. Após a leitura, cada criança pode pintar um monstrinho de acordo com o que está sentindo e explicar o motivo de ter escolhido aquela cor. Outras dinâmicas podem ser desenvolvidas com a leitura de outros livros infantis.

9. Nomes e qualidades

Nessa brincadeira, as crianças escrevem os próprios nomes em uma folha de papel. O próximo passo é escolher uma característica para cada uma das iniciais do nome (alegre, esperto, organizado, falante). Essas qualidades devem ser positivas e estarem de acordo com o que a criança acha que tenha a ver com ela.

Além do próprio nome, a brincadeira também pode ser feita escrevendo o nome de alguém importante na vida da criançada. Em seguida, basta que ela preencha cada letra do nome com palavras que expressem como ela enxerga aquela pessoa (amorosa, boa, companheira).

pai e filho em frente ao espelho fazendo careta em uma das brincadeiras para trabalhar as emoções

A importância de trabalhar as emoções com as crianças desde pequenas

Os benefícios de incorporar brincadeiras para trabalhar emoções no dia a dia das crianças são inúmeros! O que se sabe é que a inteligência emocional é importante em todos os momentos da vida, sendo ainda uma forma de fortalecer os vínculos entre adultos e a galerinha.
Assim como o desenvolvimento físico e intelectual, a inteligência emocional deve ser desenvolvida desde a infância, pois é desde o nascimento que as crianças precisam lidar com escolhas e desafios.
Vale ressaltar que, a partir dos 2 anos de idade, as emoções vividas por elas já podem influenciá-las quando se tornarem adultas. Pensando nisso, vamos apontar alguns fatores que tornam importante trabalhar as emoções nas crianças desde pequenas.

Entendimento de si mesma e dos outros

A infância é o período da vida em que essa habilidade pode ser desenvolvida de uma forma natural, transformando as crianças em adultos seguros de si, fortes e bem-sucedidos na vida pessoal e profissional. Sendo assim, é fundamental dedicar um período do dia para que a criança possa focar em sua educação emocional e, assim, tenha um entendimento melhor de si mesma.
Seja no lar, na escola ou em sessões guiadas por profissionais, a inteligência emocional pode ser estimulada para que a criança desenvolva sua autopercepção e aprenda a encarar seus próprios sentimentos e a compreender o dos outros. Dessa forma, elas serão capazes de construir laços afetivos mais fortes e saudáveis.

Autocontrole

É comum ouvir que as crianças não têm controle das próprias emoções e ações e que, durante e a fase infantil, choram e se irritam por qualquer motivo. Como resultado, acabamos por negligenciar o trabalho emocional com essa molecada e, quando alcançam a maturidade emocional na vida adulta, tornam-se incapazes de lidar com os próprios sentimentos.

Apesar de alguns aspectos possam determinar o temperamento, vários circuitos cerebrais podem ser moldados. Quanto mais cedo isso é trabalhado, mais cedo as crianças vão aprender a superar as adversidades da vida e controlar as emoções.

Construção da confiança

A normalização das alterações de humor contribui para a redução dos níveis de ansiedade infantil. É essencial compreender que os momentos de tristeza e euforia são temporários, assim como aqueles de medo ou calma. E em todos os instantes há algo de bom acontecendo.

Construir um espaço seguro para que a criança expresse as suas emoções permite uma maior confiança. Com isso, a galerinha sente que pode compartilhar tudo o que está passando (ou pensando), sem receio de críticas ou julgamentos.

Por isso, ensinar sobre as emoções é algo fundamental para a criançada, mas também aos adultos que se beneficiam de crianças que se preparam para passar com mais tranquilidade pelos desafios de seu o crescimento.

O impacto da criação da criança com foco no trabalho das emoções

Apesar da importância de aprender a desenvolver o estado emocional desde a infância, muitas vezes esse aspecto é deixado de lado. Desse modo, tanto o amadurecimento das habilidades interpessoais como o bem-estar podem afetar até a vida adulta.

Ao trabalhar as emoções da criança, fazê-la entender como se sente, aprender a canalizar, expressar e controlar os sentimentos, trará benefícios na comunicação com os pais, responsáveis, professores e amigos.

Ela também vai conseguir entender as diferenças entre a realidade e a fantasia, controlar os próprios impulsos e se colocar no lugar dos outros. Além disso, é importante ressaltar que pessoas inteligentes emocionalmente tendem a ser capazes de superar situações difíceis com maior facilidade e ser mais felizes.

Dessa forma, aprender a reconhecer seus próprios sentimentos oferece uma boa base emocional para criar comportamentos inteligentes e saudáveis consigo mesmo e com as outras pessoas.

Outras ideias para trabalhar as emoções com as crianças

Até agora, falamos sobre a importância do desenvolvimento emocional das crianças e mostramos algumas brincadeiras para trabalhar emoções dessa galera. Além de usar maneiras lúdicas para atingir esses objetivos, também existem outras formas de ajudar as crianças a desenvolver seus sentimentos. Não perca a seguir!

Incentive a comunicação

Não basta ensinar a garotada a reconhecer as emoções, também é importante abrir espaço para elas expressarem o que sentem. Afinal, ter a capacidade de falar sobre os próprios sentimentos em vez de reprimi-los ou ignorá-los é uma das características das pessoas emocionalmente inteligentes.
Para isso, a ideia é estimular o diálogo e incentivar a criança a falar sobre o que sente, sejam emoções positivas ou negativas. Mas nada de forçar a criançada, ok? Aborde o tema de maneira natural e mostre que ela está em um ambiente seguro para falar sobre o que acontece em seu cotidiano.

Respeite as emoções da criança

Há quem confunda respeitar as emoções da criança com fazer tudo o que ela quer e viver passando a mão na cabeça quando ela comete faltas. Porém, não significa nada disso. O que queremos dizer é que você precisa demonstrar compreensão sobre o motivo de ela estar se sentindo assim.
É importante acolher as crianças com carinho e atenção, mostrando que você dá valor ao que sentem. Ao mesmo tempo, se faz necessário deixar claro que nem sempre elas podem ter ou fazer o que desejam, e isso faz parte do aprendizado.
Esse cuidado também vai evitar que elas cresçam acreditando que só devem demonstrar sentimentos positivos. Dúvidas, tristeza e fracasso fazem parte da vida e não tem problema ter momentos em que se sinta desse jeito.

Ensine a lidar com as frustrações

Para o desenvolvimento da inteligência emocional, é fundamental que as crianças aprendam a lidar desde cedo com os limites, a ouvir um não e com as consequências das próprias atitudes. Nesse sentido, a prática de esportes e atividades em grupo são boas maneiras de desenvolver a resiliência da criançada.
É importante ressaltar que proteger a garotada de tudo vai impedir que ela apenda a lidar com as perdas e decepções comuns da vida. Sendo assim, a ideia é deixar a criança cuidar dos problemas que ela mesma possa resolver, pois isso é fundamental para ela se tornar protagonista da própria vida.

Estimule a empatia

Empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro e compreender a dor das pessoas. A infância é o melhor momento para estimular essa capacidade, sendo ela um dos pilares da inteligência emocional.

Na dúvida como colocar isso em prática? Uma dica para desenvolver a empatia e a gentileza infantil é perguntar à criança como ela se sentiria numa situação em que deixou o amiguinho triste ou se estivesse no lugar dele. Para ser um bom exemplo a ser seguido, procure você também demonstrar empatia com as outras pessoas no dia a dia.

Neste artigo, apresentamos algumas brincadeiras para trabalhar emoções nas crianças e apontamos sobre a importância de desenvolver a inteligência emocional desde a infância. Sabemos que a molecada aprende pelo exemplo e observação. Por isso, compartilhe também as suas emoções com ela.

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